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Epidemias e pandemias: prevenção sem pânico

“As doenças fazem parte das provas e das vicissitudes da vida terrena; são inerentes à grosseria da nossa natureza material e à inferioridade do mundo que habitamos. (…) Nos mundos mais adiantados, física ou moralmente, o organismo humano, mais depurado e menos material, não está sujeito às mesmas enfermidades”. O Evangelho segundo o Espiritismo.

As variadas mazelas da vida, entre elas as doenças, fazem parte de um mundo de expiações e provas como é nosso planeta Terra. Com elas, com o sofrimento, nos redimidos de erros passados.

O espiritismo nos ensina a suportar com resignação os nossos passageiros males, mas isso não quer dizer que não tenhamos de enfrentar para buscar melhorar, cada um deve fazer sua parte.

“Temos a necessidade do mal para sentir o bem. Da noite para admirar a luz, da doença para apreciar a saúde”, extraído de texto de Eliana Haddad.

História de epidemias e pandemias

De tempos em tempos a humanidade enfrenta uma epidemia ou uma pandemia. Já foram várias ao longo da história.

A primeira pandemia de que se tem registro originou-se de um vírus da gripe na Ásia em 1580, disseminou-se por vários continentes e matou certa de 10% das populações.

Uma das mais graves até hoje foi a gripo espanhola, que surgiu logo após o fim da Primeira Guerra Mundial e estima-se que contaminou certa 50% da população mundial, levando a óbito 40 milhões de pessoas.

Não só a gripe é causadora de epidemias, outras doenças como a cólera, a peste negra e o sarampo já causaram milhares de mortes.

A pandemia ocorre quando uma epidemia de origem infecciosa afeta grande quantidade de pessoas em muitos países no globo.

Prevenção sem pânico

São corretas as medidas de contenção de doenças, como as que têm sido feitas na pandemia do coronavírus iniciada em dezembro de 2019 na China.

Fronteiras fechadas, pessoas em quarentena em suas casas. Num mundo globalizado o risco de contaminação é muito maior pois as pessoas se deslocam muito mais a longas distâncias.

O pânico não leva a nada. É preciso cautela e prudência para não se expor, mas sabendo que a justiça divina está sendo aplicada, nada ocorre ao acaso.

Com o espiritismo aprende-se que os desencarnes coletivos são uma forma de expiar faltas cometidas em outras vidas, como cumprimento da lei de causa e efeito.

Como em todas pandemias, assim como outras doenças diversas, os desencarnes ocorrem não aleatoriamente, mas a quem precisa passar por essa prova. Claro que todos devem ter cautela e seguir as recomendações de prevenção. Cuidar da nossa saúde é dever nosso, mantendo o corpo são e forte, evitando exposição desnecessária.

Como cristãos, este momento exige muita oração. Oração aos doentes, oração ao planeta, oração a nós mesmos, para que tenhamos fé e esperança, para seguirmos sempre no caminho do bem ensinado pelo mestre Jesus.

Recomendações para a saúde

Cuidados que todos podem ter para evitar o contágio.

cuidados-basicos-1584396022831_v2_750x1Tabela acima: publicada no UOL em 17/03/2020

 


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Os desencarnes coletivos

Um comentário em “Epidemias e pandemias: prevenção sem pânico”

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